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quarta-feira, 16 de março de 2016

Violência em Goiás não poupa ninguém e chega aos políticos: Casa do prefeito Misael Oliveira é alvo de atentado em Senador Canedo

Prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira, sofreu atentado na noite de 15 de março de 2016.
Bandidos alvejaram a tiros a residência do prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira (PDT). O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. 

Pelo menos 20 tiros foram disparados e 10 atingiram a casa.
As informações iniciais são de que os criminosos chegaram em uma moto até a residência do prefeito situada no Setor Bom Sucesso, por volta de 22 H 50 desta terça-feira (15) e efetuaram vários disparos. 

O prefeito havia chegado ao local, cerca de 40 minutos antes.

No momento do atentado, Misael Oliveira estava na casa com a esposa dele, Eliete Gonçalves, e uma servidora da prefeitura. 

Segundo o prefeito Misael Oliveira, alguns tiros atingiram os vidros de uma das partes da casa e os estilhaços atingiram a primeira dama.

A Polícia Militar esteve no local. Logo seguida uma perícia foi realizada e pelo menos 10 tiros atingiram os muros, janelas da sala e carros que estavam na garagem. 

O prefeito destacou o atentado foi registrado pelo sistema de monitoramento da residência. “A polícia já está com a gravação em mãos e não tardará para que o responsável seja reconhecido e preso. O veículo com os bandidos que efetuaram os disparos estava na contramão, o que deve facilitar a identificação”, explicou. 

 Segundo Misael Oliveira, era uma dupla em uma moto. A perícia passou boa parte da noite anterior e a madrugada na casa do prefeito.

Motivação política

Questionado se o crime pode ter sido motivado por questões políticas, Misael Oliveira destacou que "Não há como não pensar nisso".

terça-feira, 15 de março de 2016

Leia a íntegra da delação: Delcídio diz que Aécio foi beneficiário de corrupção em Furnas

A deleção premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), homologada nesta terça-feira (16) pelo STF (Supremo Tribunal Federal), traz citações à presidente Dilma Rousseff, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante.



Leia a íntegra da delação de Delcídio que cita Lula, Dilma, Aécio e Mercadante 



O acordo de colaboração prevê que Delcídio possa continuar a exercer o mandato de senador e limita a 15 anos de prisão o tempo máximo de pena a que ele pode ser condenado ao fim do processo.

O acordo determina que ele permaneça em regime de prisão semiaberto domiciliar por um ano e seis meses, dormindo em casa, mas podendo sair para exercer o mandato.

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