segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Visita de lobista (Delator), Cláudio Melo Filho, à Câmara coincide com votações de interesse da Odebrecht – Politica

Ministro Bruno Araújo pode ser o próximo integrante do Governo Temer a entrar para o seleto grupo de suspeitos que estão no olho do furacão com as delações da Odebrecht. 

Uma certeza Moro e Fachin já tem. Cláudio Melo Filho não mentiu em sua colaboração premiada, pelo menos até agora não houve divergência entre o que ele delatou e os fatos ocorridos. 

 Um levantamento sobre as entradas do delator e ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho na Câmara revela sua presença no local no mesmo dia ou em datas muito próximas ao período em que foram votadas pelo menos quatro medidas provisórias que geraram pagamento de propinas a parlamentares, segundo ele. 


 Leia mais... Visita de lobista à Câmara coincide com votação de medidas provisórias - 27/02/2017 - Poder - Folha de S.Paulo

Titular de órgão do Uruguai contra lavagem de dinheiro é achado morto – A Lua Como Recompensa

Principal suspeita é que Carlos Díaz sofreu infarto. Ele coordenava cooperação com o Brasil para investigar denúncias da Lava-Jato 
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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Delação de Melo Filho complica Padilha e, de roldão, o presidente Michel Temer



A comentarista Vera Magalhães destaca a delação de Claudio Melo Filho, que citou o empresário José Yunes em suposto recebimento de dinheiro vivo em seu escritório, na zona sul paulista.

No depoimento, o ex-executivo da empreiteira afirmou que participou de jantar no Palácio do Jaburu com Marcelo Odebrecht, Temer e Eliseu Padilha.

Neste momento, segundo o delator, Temer havia pedido apoio financeiro ao PMDB na campanha de 2014. Melo Filho disse que pagaria R$ 10 milhões, sendo que deste valor, R$ 4 milhões ficariam sob responsabilidade do agora ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

De acordo com a delação, um dos pagamentos foi feito na sede do escritório de advocacia de Yunes, no Jardim Europa, zona sul de São Paulo.

Dos R$ 4 milhões, R$ 1 milhão foi repassado no escritório do empresário, segundo esclarece Vera Magalhães.

Depoimento de Yunes é um desastre para o governo

MORO COMPROMETIDO COM TEMER? Sergio Moro defendeu Temer em perguntas de Cunha sobre Yunes





SERÁ MORO COMPROMETIDO COM TEMER?

Assista ao vídeo onde o deputado Paulo Pimenta fala sobre a relação de Temer com Yunes e todo o esquema de corrupção protagonizado pela cúpula do PMDB. O parlamentar ainda comenta sobre as perguntas que Cunha fez para Temer vetadas pelo juiz Moro e questiona, “qual o interesse de Sérgio Moro em proteger Michel Temer?”, assista.



Assista o video para voce intender na audencia aconteceu uma aberração juridica o marginal do Juiz Sergio Moro usou opinião pessoal para defender Michel Temer https://www.youtube.com/watch?v=qanWY...





noticia: DELAÇÃO DE YUNES PROVA QUE MORO NÃO DEVERIA TER VETADO QUESTÕES DE CUNHA A TEMER



https://www.brasil247.com/pt/247/midi...



Cunha delatou Temer para Moro e o juiz diz que isso é apenas “chantagem” contra Temer

https://falandoverdades.com.br/2017/0...

Além de Padilha e Temer, denúncia de Yunes compromete Moro. Será?



Além de Padilha e Temer, denúncia de Yunes compromete Moro Será, Moro comprometido com Michel Temer? Explicação com detalhes sobre o Sergio Moro defendendo Temer.


O depoimento que José Yunes prestou ao MP assumindo-se como simples "mula" para transportar os R$ 4 milhões da propina da Odebrecht destinada a Eliseu Padilha, é demolidor para o governo golpista.

A denúncia do amigo de mais de meio século do Michel Temer põe luz sobre acontecimentos relevantes da história do golpe, e pode indicar que os componentes do plano golpista foram estruturados em pleno curso da eleição presidencial de 2014:

1. a Odebrecht atendeu o pedido do Temer, dos R$ 10 milhões [os R$ 4 milhões ao Padilha são parte deste montante] operados através de Lucio Funaro, ainda durante o período eleitoral de 2014;

2. mesmo sendo o candidato a vice-presidente da Dilma, na campanha Temer trabalhava pelo esquema do Eduardo Cunha [que na eleição apoiou Aécio Neves, e não a chapa do seu partido, o PMDB], que tinha como meta eleger uma grande bancada de deputados oposicionistas ao governo Dilma;

2. a organização criminosa financiou com o esquema de corrupção a campanha de 140 deputados para garantir a eleição de Eduardo Cunha à Presidência da Câmara;

3. Lúcio Funaro, tido até então exclusivamente como o "operador do Eduardo Cunha", na realidade também atuava a mando de Eliseu Padilha e, tudo indica, de Michel Temer - José Yunes diz que Temer sabia tudo sobre o serviço de "mula" que Padilha lhe encomendara;

4. em janeiro/fevereiro de 2015, na disputa para a presidência da Câmara, embora em público Temer dissimulasse uma posição de "neutralidade", nos subterrâneos trabalhou pela eleição do Cunha;

5. mesmo sendo vice-presidente da Presidente Dilma, o conspirador conhecia o plano golpista desde sempre, e participou desde o início da conspiração para derrubá-la. O primeiro passo, como se comprovou, seria dado com a vitória do Eduardo Cunha à presidência da Câmara para desestabilizar o ambiente político, implodir os projetos de interesse do governo no Congresso e incendiar o país.

A denúncia de Yunes reabre o questionamento sobre a decisão no mínimo estranha, para não dizer obscura e suspeita, do juiz Sergio Moro. Em despacho de 28/11/2016, Moro anulou por considerar "impertinentes" as perguntas sobre José Yunes que o presidiário Cunha endereçou a Temer, arrolado como sua testemunha de defesa.

Moro tem agora a obrigação de prestar esclarecimentos mais convincentes e objetivos que o argumento subjetivo de "impertinência", alegado no despacho. Caso contrário, ficará a suspeita de ter prevaricado para proteger Temer e encobrir o esquema criminoso que derrubaria o governo golpista. Afinal, sabendo do envolvimento direto de Michel Temer no esquema criminoso, Moro teria agido para ocultar o fato?

A cada dia fica mais claro que o Brasil está dominado pela cleptocacia que assaltou o poder de Estado com o golpe. O melhor que Temer faria ao país seria demitir toda a corja corrupta – a começar pelo Eliseu Padilha – e renunciar, porque perdeu totalmente a confiança política e a credibilidade.

A permanência ilegítima de Temer na cadeira presidencial é um obstáculo instransponível à recuperação do Brasil, que assim seguirá o caminho acelerado do abismo.


Fonte: https://www.brasil247.com

Denúncia Gravíssima de Propina para Eliseu Padilha e Michel Temer

Segundo coluna de Lauro Jardim de O Globo, uma morte no Uruguai ronda a Lava-Jato – Discutindo Tudo

Provavelmente ninguém no Brasil sabe quem é Carlos Diaz, mas ao ler a coluna de Lauro Jardim certamente você vai entender qual o seu papel na Lava Jato e o porque sua morte pode ter sido queima de arquivo
 

Leia mais... Uma morte ronda a Lava-Jato | Lauro Jardim - O Globo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Suíça bloqueia contas de Edison Lobão por suspeita de receber propina – Profissão Político

Autoridades da Suíça bloquearam preventivamente contas ligadas ao senador Edison Lobão, e o Ministério Público do país europeu agora investiga se elas teriam sido usadas para receber propina; foi o próprio banco suíço que, após o nome de Lobão aparecer entre os citados na Lava Jato, optou por comunicar as autoridades do país europeu; as contas, no entanto, não estão em nome do senador, mas de pessoas e empresas ligadas a ele; chamou a atenção dos investigadores é que parte das transferências ocorreu sem qualquer tipo de justificativa, o que acendeu sinais de alerta entre os serviços de monitoramento; líder da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), foi Lobão quem presidiu a sabatina de Alexandre de Moraes 



Fonte: Suíça bloqueia contas ligadas ao senador Lobão | Brasil 24/7

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Delação de Alexandre Margotto liga Geddel e Joesley Batista da Friboi a corrupção na Caixa Econômica


Delação premiada de Alexandre Margotto na Operação Lava Jato liga Geddel a corrupção na CEF - Fantastico 19/02/2017

Delação premiada de Alexandre Margotto na Operação Lava Jato - Fantastico 19/02/2017

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Sérgio Moro aperta o ritmo e marca depoimento de Renan Calheiros


Fachin manda processo de ex presidente para Sérgio Moro



O STF também arquivou um dos inquéritos de Fernando Collor na Lava Jato, "por falta de provas".
 
A informação é do Jota.
 

Trata-se de acusação de propina na construção da nova sede da BR Distribuidora, em Salvador, em 2013.
 

O relator da Lava Jato, Edson Fachin, no entanto, enviou uma cópia do processo para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba.
 

A partir disso, cabe a Moro avaliar as providências cabíveis em relação aos demais investigados, que não possuem foro privilegiado.
 

Em seu despacho, Fachin afirmou que o arquivamento não impede a continuidade das investigações e sua reabertura, caso haja fatos novos.
 

O ex-presidente Fernando Collor responde a outros cinco inquéritos na Lava Jato.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Ministério Público pede mais de 40 anos de prisão para Eike Batista e Sérgio Cabral


A Justiça aceitou as denúncias contra o empresário Eike Batista, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, a mulher dele e outras seis pessoas. Odos agora são réus, acusados de corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo os procuradores, o empresário pagou propina de R$ 1 milhão a Cabral, em janeiro de 2013. O contrato fictício estava ligado ao escritório de advocacia da ex-primeira-dama.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Testemunha de acusação, Delcídio do Amaral presta depoimento a Sérgio Moro em Curitiba – Administrador de Sonhos

O senador cassado Delcídio do Amaral presta depoimento hoje (3), às 14h, em Curitiba ao juiz federal Sérgio Moro, na ação penal que investiga o ex-ministro Antônio Palocci, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e mais 13 pessoas. Delcídio é testemunha de acusação no processo, onde os réus foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.


Leia mais... Delcídio do Amaral presta depoimento ao juiz Sérgio Moro em Curitiba

O decorativo e a corrupção: Nomeação de Moreira Franco é apenas para obtenção de foro privilegiado


Citado na Lava Jato, Moreira Franco é nomeado ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, e ganha foro privilegiado.

Nesta quinta-feira, Michel Temer também anunciou a criação do Ministério dos Direitos Humanos, que será conduzido por Luislinda Valois

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