Pesquisar este blog

domingo, 15 de janeiro de 2017

Senadores da base aliada querem Renan Calheiros na CCJ para contrapor MPF – Profissão Político

O colegiado, o mais importante da Casa, terá de sabatinar em 2017 o nomeado para a Procuradoria-Geral da República 



A avaliação dos que incentivam Renan a assumir a comissão é de que ele poderia usá-la para, por exemplo, questionar a atuação do atual procurador-geral, caso Janot busque uma segunda recondução. 

O Estado mostrou ontem que o chefe do MPF tem avaliado disputar um terceiro mandato. Janot chegou a pedir, sem sucesso, a prisão e o afastamento de Renan do comando do Senado.

Cabe ao presidente da CCJ indicar o relator de indicações de autoridades, como o procurador-geral, e demais proposições, além de marcar as sessões de discussão e votação das matérias. 

De modo geral, ele também tem condições de ditar o ritmo das discussões, podendo atrasar ou acelerar o andamento das proposições. 
23mai2016-o-presidente-interino-michel-temer-2-a-esq-entrega-ao-presidente-do-senado-renan-calheiros-pmdb-alcentro-a-proposta-de-nova-meta-fiscal-para-o-ano-de-2016-com-deficit-de-r-170-14640345668
Alvo de mais de uma dezena de inquéritos na Lava Jato abertos por Janot e réu em uma ação penal, o peemedebista fez duras críticas ao procurador no ano passado, a quem acusou de agir por vingança e fazer denúncia "nas coxas". 


Fonte:  Época NEGÓCIOS | Brasil

Ação da PF contra fraude na Caixa tem como alvos Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha  – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

A Polícia Federal saiu às ruas na sexta-feira (13) para cumprir sete mandados de busca e apreensão em uma operação para apurar um esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica entre 2011 e 2013. 

Policiais fizeram buscas, em Salvador, em imóvel do ex-ministro do PMDB Geddel Vieira Lima, que é um dos alvos da operação. Ele foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa no período investigado pela PF. 

Os mandados foram cumpridos, além da Bahia, em endereços residenciais e comerciais nos estados do Paraná, São Paulo e do Distrito Federal.

A ação desta sexta, batizada de Cui Bono, se baseia em informações encontradas em um celular em desuso apreendido pela polícia em dezembro de 2015 na residência oficial do presidente da Câmara. 

Na época, era o deputado cassado Eduardo Cunha que morava no local.

A apreensão do celular ocorreu durante busca e apreensão realizada na Operação Cantilinárias, da qual a Cui Bono é um desdobramento. 

Os mandados da operação Cui Bono foram expedidos pela 10ª Vara Federal do DF. Inicialmente, as decisões sobre as investigações ficavam a cargo do Supremo Tribunal Federal (STF). 

No entanto, após a cassação de Cunha, o caso foi remetido para a Justiça Federal porque ele perdeu foro privilegiado.


 As informações são do G1

cunha

Arquivo do blog

Seguidores